Casal reclama de funcionária que não queria registrar bebê com o nome de Lucifer

Ela falou que Lucifer nunca seria capaz de arrumar um emprego e que os professores não gostariam de ensiná-lo, denunciam. No fim, pedido dos pais foi atendido e garoto ganhou nome equivalente a Diabo. Família alega não ser religiosa e diz que acha Lucifer bonito

23 de Julho de 2020 ás 13h 24min

Um casal britânico teve um trabalho infernal para conseguir registrar seu filho com o nome que escolheu: Lucifer.

A funcionária encarregada de fazer o registro do bebê tentou dissuadir os pais e chegou a afirmar que o menino não teria sucesso na vida com um nome desse, segundo eles relataram ao tabloide The Sun.

                                                                         

Dan e Mandy Sheldon registraram uma queixa formal pela forma como foram tratados na repartição da cidade de Chesterfield. Estávamos empolgados em registrá-lo, mas a mulher nos olhou com total desgosto, conta o pai.

Ela ainda disse que era ilegal nomear uma criança assim na Nova Zelândia e que talvez pudéssemos dar outro nome, mas chamá-lo de Lúcifer em casa, completa.

Os pais foram instruídos a deixar a sala enquanto a funcionária verificava se ela tinha permissão para registrar o garoto com o nome satânico.

Honestamente, nós apenas achamos o nome bonito, único. Não esperávamos ter tanto sofrimento por isso, diz o pai.

O Conselho do Condado de Derbyshire, onde ocorreu o registro, explicou o caso da seguinte forma: Pedimos desculpas se eles se sentiram ofendidos, mas é dever dos nossos notários aconselhar nesses assuntos, pois às vezes as pessoas não têm conhecimento de certos significados ou associações em torno de certos nomes.

O Reino Unido tem poucas restrições legais para nomes, embora os que contenham obscenidades e números geralmente não são aceitos.

A Nova Zelândia, citada pela funcionária na tentativa de fazer os pais mudarem de ideia, adicionou Lucifer à sua lista de nomes proibidos em 2013.

Fonte: G1

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