Única de MT, Lucas do Rio Verde se consolida como a cidade do conhecimento

23 de Setembro de 2020 ás 09h 52min

Um estudo dos Tribunais de Contas de todo o País, feito em parceira com o Instituto Rui Barbosa, premiou cidades brasileiras com as melhores práticas em educação. Lucas do Rio Verde foi o único município de Mato Grosso reconhecido nacionalmente pelo Iede (Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional).
 

 

 Para a secretária municipal de Educação, Cleusa Marchezan De Marco, além do comprometimento dos profissionais da Educação e de toda a comunidade escolar com a qualidade do processo de ensino e aprendizagem, há a preocupação com aspectos infraestruturais como: a ampliação e a criação de escolas, totalizando mais de 100 novas salas de aula nos últimos quatro anos, a formação continuada e a estratégia de monitoramento e avaliação constante da aprendizagem.


 

                                                           

 

 

 “São um conjunto de fatores que têm contribuído para Lucas do Rio Verde ser reconhecida nacionalmente como referência em educação”, expôs.
 Segundo ela, outro fator determinante foi o novo olhar do Poder Público que enxerga e investe na educação de forma integral, significativa e inclusiva e como fundamental para o desenvolvimento cognitivo e das potencialidades e habilidades socioemocionais desde a infância até a universidade.

 

 

 “Temos investido na construção de mais creches, na ampliação do número de escolas com ensino em tempo integral, como a Cora Coralina, a primeira projetada com esse propósito e que está sendo construída em um dos bairros mais carentes de Lucas do Rio Verde; e na vinda de universidades públicas e gratuitas como forma de melhorar a educação como um todo, garantir amplo acesso e, sobretudo, reduzir as desigualdades sociais”, declarou o prefeito Luiz Binotti.
 

 

O chefe do Executivo pontua que as escolas têm recebido o atendimento e os investimentos avaliados como necessários para a correção dos pontos críticos e manutenção do bom desempenho nos índices nacionais.
 

 

 Na estrutura física, cita os investimentos em salas de aula climatizadas, mobiliários adequados, ampliação e reforma de salas, de refeitórios e de espaços administrativos, instalação de parquinhos, novos brinquedos e ambientes culturais.
 

 

Já do ponto de vista pedagógico, a Secretária de Educação esclarece, ‘criamos o Sistema Municipal de Ciência, Inovação e Tecnologia que permitiu ampliar os investimentos em tecnologia, programas e projetos educacionais. Cuidamos da formação profissional, com equipamentos tecnológicos como: tablets, chromebooks, kits de robótica e de programação. E ainda, a criação de portal, sala maker e outros ciberambientes desafiadores que misturam-se à plataformas e projetos como o Matific, o Sinergia, o Inventura, o Eu Empreendo”, elencou.
 

 

 Lucas do Rio Verde também marcou presença em olimpíadas, inclusive com a organização da Olimpíada Municipal de Matemática e da Feira de Ciências do Médio-Norte Mato-grossense.

 

 

 “Acredito que tudo isso, somado à constante valorização dos nossos profissionais, tem produzido esse caldo de cultura que tem feito da educação de Lucas do Rio Verde uma das mais respeitadas do País”, concluiu De Marco.
 


 IDEB
 

 

 Com nota 6,7 nos anos iniciais e 5,6 nos anos finais, Lucas do Rio Verde mantém alto desempenho no Ideb
 

 

 O ensino público de Lucas do Rio Verde mais uma vez se destaca entre as maiores cidades mato-grossenses e permanece nos primeiros lugares do ranking entre as redes municipais com as notas 6,7 nos anos iniciais e 5,6 nos anos finais obtidas nas provas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – Ideb 2019.
 

 

 A cada dois anos, estudantes do 5º e do 9º ano do ensino fundamental e da 3ª série do ensino médio de escolas públicas e particulares de todo o País participam das provas elaboradas pelo Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) que testam o grau de conhecimento em Leitura e Matemática. O índice varia de 0 a 10 e, de acordo com as próprias métricas do sistema, a média 6 foi estabelecida como meta para 2022, o que corresponderia a uma qualidade educacional equivalente à dos países desenvolvidos.

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