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Após repercussão, Operário VG desiste de contratar Bruno

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Após o protesto de um grupo de pessoas pela não contratação do goleiro Bruno Fernandes, na noite de terça-feira (21), a direção do Operário Várzea-grandense divulgou uma nota em que afirma estar “revendo a possível contratação” do jogador. Horas depois, o time anunciou que desistiu oficialmente da proposta ao goleiro.

Na noite de terça-feira, na estreia do Operário VG no Campeonato Mato-grossense, um grupo de 50 pessoas protestou em frente ao Estádio Dito Souza, em Várzea Grande. Com faixas e gritos de protesto, os manifestantes afirmavam que “quem contrata um feminicida, apoia o feminicídio”.

A contratação de Bruno trouxe polêmica desde as primeiras negociações. Quando ainda estava recebendo ofertas, protestos contra o jogador na Bahia atrapalharam o fechamento com o Fluminense de Feira de Santana.

Em Mato Grosso, assim que a possibilidade da contratação foi divulgada pelo GD os torcedores se dividiram entre favoráveis e contra a vinda do goleiro. O time deu continuidade às negociações e até pediu liberação da Justiça mineira para que Bruno pudesse se mudar para Mato Grosso, já que ele está em regime semiaberto.

Bruno foi condenado a 20 anos e 9 meses de prisão, porém, está solto desde julho de 2019, pelo sequestro e morte de sua ex-namorada, Eliza Samúdio, em 2010. Até hoje ele e os comparsas de crime não confessaram onde o corpo de Eliza foi escondido. Na época, eles tinham um filho pequeno.

Gazeta Digital

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